A exposição de fotografia WORLD PRESS PHOTO 11 encontra-se até ao dia 22 de maio no Museu da Eletricidade, em Lisboa. Trata-se de um extraordinária exposição de fotografias de acontecimentos e situações que ocorreram no mundo no último ano. Num planeta em que grandes tragédias aconteceram, não podemos estranhar alguns horrores que aquelas imagens revelam. Mas outras imagens espantosas e ternas nos esperam nesta exposição.
Reflexões & Actualidades - cinema, política, literatura, música, teatro, eventos, vivências,...
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domingo, 15 de maio de 2011
quarta-feira, 13 de abril de 2011
EDIFÍCIO DO MAR (Oceanário de Lisboa) - com fachada do catalão Toni Cumella
O novo Edifício do Mar, inaugurado no início deste mês, foi construído junto ao Oceanário de Lisboa, no Parque das Nações, e apresenta uma bela fachada de cerâmica em que cada peça é uma «escama de peixe» - as aberturas que permitem a entrada da luz correspondem à ausência da «escama». Esta fachada é da autoria de Toni Cumella, responsável pela restauração do Parque Guell, em Barcelona. (A fotografia em cima mostra a fachada vista do interior, de um restaurante simpático, repousante e acessível economicamente.)
A atual exposição de tartarugas permite também observar os corais do fundo dos mares, que nos relembram o planeta maravilhoso em que vivemos.
( O edifício custou 4,5 milhões de euros que a empresa responsável, a Parque Expo, pretende amortizar em 4 anos. O objetivo da construção, dizem, é diminuir as visitas ao edifício central do Oceanário.)
segunda-feira, 11 de abril de 2011
SNOHETTA - a arquitetura norueguesa no Museu da Eletricidade
No Museu da Eletricidade, em Lisboa, até 24 de Abril, encontra-se uma exposição de arquitetura dos projetos mais relevantes do ateliê Snohetta, entre os quais, o do Teatro Nacional de Ballet e Ópera da Noruega, o da Biblioteca de Alexandria no Egipto e o do Centro de Conhecimento e Cultura Rei Abdulaziz em Dahahran na Arábia Saudita.
A exposição, que tem corrido mundo, apresenta maquetas, filmes, fotografias e desenhos dos projetos. Estas obras fazem-nos sentir no FUTURO, num universo extraordinário que, aqui e ali, começa já a concretizar-se.
Esta é a Ópera de Oslo!
Esta é a Biblioteca de Alexandria!
Este é o Centro de Conhecimento e Cultura Rei Abdulaziz!
quinta-feira, 3 de março de 2011
Exposições em Madrid (Fevereiro/Março 2011) - JEAN-LÉON GÉRÔME e BRANGULÍ
Em Madrid, no Museu Thyssen-Bornemisza, encontra-se uma exposição de obras de JEAN-LÉON GÉRÔME (1824-1904) que tem algum interesse ser visitada por quem se encontre em Madrid.
Jean-Léon Gérôme foi um pintor francês famoso na sua época, embora tenha sido bastante contestado pelos realistas e pelos impressionistas por seguir uma pintura mais académica e convencional. Gostava de pintar a história como um espetáculo dramático (desde a Antiguidade Clássica até ao seu próprio tempo) e as reproduções fotográficas das suas obras tornaram-se icones da cultura popular.
Eu gostei dos quadros do seu período oriental (mercados árabes, banhos, bailarinas, interiores de mesquitas,...).
A exposição de Josef BRANGULÍ i Soler, exposição de fotografia industrial e documental, encontra-se na Fundación Telefónica (Gran Via). Trata-se de uma magnífica exposição de fotografias de Barcelona na primeira metade do século XX, documentando as transformações na vida quotidiana (nas fábricas, nas oficinas, nas lojas, na arquitetura, nas ruas, nas praias e também acontecimentos e conflitos públicos e privados).
Josef Brangulí foi um extraordinário fotorepórter e através das suas fotografias fica-se, de facto, a conhecer a paisagem social e urbana de Barcelona nos anos 1900-1945.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
ARCOmadrid 2011 - uma visita (18 de fevereiro)
A ARCOmadrid 2011, feira de arte contemporânea, decorreu este ano nos dias 18, 19 e 20 de fevereiro. Visitei-a no dia 18, sexta-feira, e agradou-me a fácil visibilidade das obras expostas, obras de grande qualidade.
A feira tinha, este ano , apenas dois pavilhões (habitualmente tem três) e a redução do espaço levou a uma maior seleção das galerias nacionais e internacionais e da qualidade das obras expostas. Para os visitantes, este facto permitiu um maior conhecimento das obras e das galerias.
Dos artistas portugueses representados na feira, destaco os seguintes:
A ILHA DOS AMORES, de Joana Vasconcelos, na galeria Mario Mauronier (Viena)
Paula Rego, galeria Marlborough (Madrid)
Fátima Mendonça, galeria 111 (Lisboa)
Pedro Tropa, galeria Quadrado Azul (Lisboa)
Algumas obras estrangeiras agradaram-me particularmente:
Miki Leal, galeria Fúcares (Madrid)
Daniel Canogar, galeria Maior (Pollença)
J. Van Aken
Hans-Yorg Mayer, Gabriele Senn Galerie (Áustria)
Stephan Balkenhol, galeria Miguel Marcos (Barcelona)
António Saura, RETRATO IMAGINÁRIO DE GOYA III, galeria Guillermo de Osma (Madrid)
António Saura, O CÃO DE GOYA
Xavier Grau, galeria Miguel Marcos (Barcelona)
Alguns museus de Madrid, nomeadamente o Museu Reina Sofia, adquiriram obras nesta feira.
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